Abaixo estão reunidas as espécies mais frequentes nos municípios em diversos continentes, suas características botânicas e dicas de colheita:
Safra: Setembro a Dezembro
Porte Médio
Como identificar: Folhas cordiformes (em formato de coração), bordas serrilhadas e textura áspera. Seus frutos nascem verdes, passam pelo vermelho vivo e ficam pretos brilhantes quando maduros e doces.
💡 Dica: As amoras escuras que se soltam ao menor toque dos dedos estão no ápice de doçura e antioxidantes.
Safra: Novembro a Março
Grande Porte
Como identificar: Copa densa e arredondada, folhas longas lanceoladas e perfumadas quando maceradas. Produz variedades como Espada, Rosa, Tommy e Coité.
💡 Dica: Colha com haste longa (tesoura de colheita) para evitar machucar a árvore ou derrubar frutos no concreto.
Safra: Outubro a Janeiro
Nativa Brasileira
Como identificar: Arbusto ou árvore pequena de casca descamante. Folhas avermelhadas quando novas e muito aromáticas. O fruto possui sulcos longitudinais característicos (gomos).
💡 Dica: A pitanga roxo-escura perde a adstringência e concentra alto teor de vitamina A e carotenoides.
Safra: Agosto a Novembro
Floração no Tronco
Como identificar: Frutificação caulinar — as flores e frutos brotam diretamente do tronco e dos galhos lenhosos. Casca lisa que se desprende anualmente.
💡 Dica: Consuma fresca ou congele rapidamente, pois a casca fermenta naturalmente poucos dias após a colheita.
Safra: Dezembro a Abril
Porte Médio
Como identificar: Tronco liso esverdeado com placas descamativas claras. Folhas com nervuras bem marcadas. Aroma inconfundível mesmo a metros de distância.
💡 Dica: Rica em vitamina C (até 4 vezes mais que a laranja) e fibras digestivas.
Safra: Quase o ano todo
Arbusto Rústico
Como identificar: Arbusto com ramos finos e folhas pequenas verde-escuras. Frutos pequenos e trilobados com polpa suculenta levemente ácida.
💡 Dica: Campeã nacional em teor de ácido ascórbico; duas acerolas suprem a necessidade diária de vitamina C de um adulto.